Cantor Natanzinho revela uso de substâncias psicoestimulantes antes de shows
O cantor Natanzinho, que é empresariado por Wesley Safadão, confessou durante um podcast que utiliza medicamentos psicoestimulantes de tarja preta antes de suas apresentações. A revelação foi feita no programa “Podpah”, veiculado na última quarta-feira, dia 20.
Em sua participação no programa, o artista compartilhou que faz uso do medicamento Venvanse para aumentar sua energia no palco, descrevendo a experiência como algo que lhe traz “vontade de viver” e uma “alegria tão grande”. Esta prática levanta questões sobre os impactos da pressão por desempenho no setor musical.
A revelação de Natanzinho causa impacto no panorama do entretenimento, que frequentemente vê artistas enfrentando pressão intensa para performar em várias apresentações em curto período. Com uma agenda repleta, o cantor possui 22 shows agendados apenas para o mês de maio, incluindo “dobradinhas”, que são apresentações em mais de uma cidade no mesmo dia. A utilização de substâncias como o Venvanse, que é uma substância controlada, levanta preocupações sobre a saúde e o bem-estar de músicos que buscam atender a demandas do mercado musical.
Natanzinho e a relação com substâncias psicoestimulantes: os riscos e as histórias
Durante a conversa, Natanzinho também relembrou experiências passadas com o uso de substâncias como “rebites”, que começou na infância por influência de sua família, de caminhoneiros. O cantor revelou que sua primeira experiência com essas substâncias ocorreu aos 12 anos, o que suscita debates sobre a normalização do uso de drogas entre artistas e a cultura associada a elas.
Além disso, Natanzinho relatou um episódio alarmante durante uma festa, quando sofreu uma arritmia cardíaca após misturar o uso da medicação com bebida alcoólica e cigarros. Este incidente sublinha os perigos envolvidos no uso indiscriminado de substâncias psicoestimulantes, especialmente em um ambiente festivo onde as combinações podem ser fatais.
Em sua agenda intensa, Natanzinho continua a se apresentar, mantendo um fluxo constante de shows que desafia os limites físicos e emocionais de um artista. No entanto, a prática de consumir substâncias controladas para realização profissional levanta questões éticas e de saúde pública no setor musical.
Até o momento, não há confirmação oficial sobre se Natanzinho irá buscar ajuda para gerenciar seu uso de medicamentos psicoestimulantes ou se serão adotadas medidas de conscientização sobre os riscos associados. O caso continua a ser de interesse para a comunidade musical e os profissionais da saúde que acompanham os impactos do trabalho sob pressão.
Com novas informações que podem surgir, a situação de Natanzinho e a discussões sobre o uso de substâncias no meio artístico permanecem relevantes, apontando para a necessidade de um diálogo aberto sobre saúde mental e segurança no trabalho.