Agro & Negócios
Cosan (CSAN3) e Suzano (SUZB3) aparecem como favoritas entre analistas para investir no agronegócio brasileiro
Cosan (CSAN3) e Suzano (SUZB3) lideram recomendações de analistas para investir no agronegócio em março.
As ações de Cosan (CSAN3) e Suzano (SUZB3) lideram as recomendações de analistas para quem busca investir no setor do agronegócio em março. Um levantamento realizado pelo Money Times com 18 instituições financeiras apontou as duas companhias como as principais escolhas do mercado.
Segundo o estudo, as duas empresas somaram três recomendações cada entre as carteiras analisadas. O resultado consolida Cosan (CSAN3) e Suzano (SUZB3) como as ações mais indicadas para investidores que desejam exposição ao agronegócio na bolsa.
O desempenho das empresas também tem chamado atenção em 2026. No acumulado do ano, a Cosan registra valorização de 6,48%, enquanto a Suzano apresenta alta de 5,88%.
Cosan (CSAN3) aposta em redução da dívida
A tese de investimento em Cosan (CSAN3) tem sido defendida por instituições como Ativa Investimentos, Empiricus e EQI.
De acordo com analistas da Empiricus Research, o principal gatilho para valorização das ações está no processo de desalavancagem financeira da companhia.
A expectativa do mercado é que a empresa avance na redução de sua dívida ao longo dos próximos 12 meses. Esse movimento pode ocorrer com a venda de ativos tanto na holding quanto em empresas controladas.
Entre os ativos observados pelo mercado está a Raízen (RAIZ4), uma das principais subsidiárias do grupo.
Suzano (SUZB3) ganha destaque pela eficiência global
A Suzano (SUZB3) também aparece com força nas recomendações de investimento. A empresa está presente nas carteiras indicadas por instituições como Ágora Investimentos, Monte Bravo e RB Investimentos.
Analistas destacam que a companhia possui uma das operações mais eficientes do setor de celulose no mundo, resultado da combinação entre capacidade industrial e acesso competitivo à matéria-prima.
Um dos fatores que reforçam essa tese é a nova fábrica da empresa em Ribas do Rio Pardo, no Mato Grosso do Sul.
A unidade acrescentou cerca de 25% à capacidade produtiva da companhia, trazendo ganhos operacionais relevantes.
Projeto em maturação pode elevar geração de caixa
Com o projeto já em fase avançada de maturação e sem grandes novos investimentos previstos para o curto prazo, analistas esperam que a Suzano (SUZB3) apresente forte geração de caixa nos próximos períodos.
Esse cenário pode favorecer a distribuição de dividendos aos acionistas, o que reforça o interesse de investidores nas ações da empresa.
Outro fator que contribui para a visão positiva é o patamar atual dos preços internacionais da celulose, considerado atrativo por parte dos especialistas do mercado.
Outras empresas do agronegócio também aparecem no radar
Além de Cosan (CSAN3) e Suzano (SUZB3), outras empresas ligadas ao agronegócio também aparecem entre as recomendações analisadas.
- Klabin (KLBN11): 2 recomendações
- JBS (JBSS32): 1 recomendação
Ao todo, o levantamento identificou nove recomendações distribuídas entre quatro companhias do setor.
A pesquisa considerou as carteiras recomendadas de diversas instituições financeiras, incluindo Ágora Investimentos, BTG Pactual, Itaú BBA, Santander, Safra, Rico, XP Investimentos e outras casas de análise.
Com a força do agronegócio na economia brasileira e o avanço de projetos estratégicos no setor, analistas seguem apontando Cosan (CSAN3) e Suzano (SUZB3) como duas das principais apostas para investidores interessados no segmento.
Agro & Negócios
Safrinha de milho: incertezas aumentam após atraso no plantio
Safrinha de milho brasileira enfrenta desafios com produção em queda e expectativa de menos produtividade
O Brasil enfrenta uma previsão de queda na produção de milho para a safra 2025/26, afetada por um atraso no plantio e incertezas climáticas. Com a produção estimada em 136 milhões de toneladas, abaixo das 139 milhões do ciclo anterior, a situação já gera preocupações entre os produtores e especialistas do setor.
Recentemente, a consultoria StoneX projetou uma redução na colheita, destacando que a primeira safra teve um desempenho positivo em algumas regiões, mas sem igualar os números recordes do ciclo passado. Raphael Bulascoschi, analista de grãos, observou um aumento de 5% na primeira safra, que deve alcançar 26,8 milhões de toneladas, mas isso não será suficiente para compensar a queda prevista para a safrinha.
As incertezas em relação ao clima e o calendário agrícola estão gerando um clima de apreensão. O excesso de chuvas dificultou a colheita de soja e, consequentemente, prejudicou o plantio do milho. A primeira fase de semeadura está consideravelmente atrasada, com apenas 91% da área cultivada até agora, comparado a 97% de anos anteriores, segundo a AgRural.
O desdobramento real: O que aconteceu com a produção de milho
Os pecuaristas estão preocupados com o desempenho do milho safrinha, com uma previsão de 106 milhões de toneladas, representando uma queda de 4,4% em relação ao ano passado, quando a produção alcançou patamares recordes. A situação se complica ainda mais pelo fato de que o clima nas próximas semanas será decisivo para confirmar essa tendência. Em Mato Grosso, que lidera a produção, a área plantada deve apresentar um aumento moderado, mas a produtividade média é projetada para cair, impactando diretamente na colheita.
Cleiton Gauer, superintendente do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária, destacou um crescimento de 1,85% na área cultivada, embora este seja uma recuperação parcial após a queda observada em anos anteriores. Contudo, a média estimada de produtividade é inferior ao προηγούμενο ano, o que gera um sentimento de preocupação entre os agricultores.
Repercussão e os bastidores do caso
A situação não passou despercebida nas redes sociais e na imprensa especializada. A comunidade agrícola expressou incertezas nas plataformas digitais, onde perfis de influenciadores do setor discutem os efeitos de fatores externos, como conflitos internacionais e a alta do dólar. O sentimento geral é um misto de ansiedade e ceticismo.
O cenário atual ajuda a entender como as decisões de plantio e cultivo são fortemente influenciadas por demandas externas e internas. E, mesmo com um aumento recente nos preços no mercado internacional, a reação no mercado interno permanece tímida, o que é amplamente discutido entre os protagonistas do setor.
O peso deste momento na trajetória do milho brasileiro
Enfrentando dificuldades e inseguranças, o milho é um dos pilares da economia agrícola brasileira, especialmente na produção de etanol. Essa safra, marcada por altos custos e baixa produtividade, pode afetar não apenas os agricultores, mas também toda a cadeia produtiva, levando a um ajuste no planejamento econômico para o ano seguinte. O etanol de milho, que tem gerado alta demanda, pode não ter a mesma competitividade, refletindo na economia como um todo.
Nesse contexto, o impacto da produção reduzida de milho vai além das fronteiras do campo. Os produtores estão se adaptando a um novo cenário, onde o aumento dos custos, principalmente com insumos, exige respostas rápidas e eficientes para garantir a produtividade. Apesar de o clima ter colaborado até o momento, as variações das condições meteorológicas podem mudar o rumo da história.
O que esperar a seguir: Possíveis desdobramentos
As próximas semanas serão cruciais para determinar a direção do mercado de milho no Brasil. A expectativa é que o clima continue favorável, mas fatores externos, como os conflitos internacionais, podem gerar novas reações e decisões estratégicas por parte de produtores e empresas do agronegócio. A pressão sobre os preços pode aumentar, especialmente se a guerra e suas consequências se prolongarem.
Além disso, especialistas acreditam que o aumento nos custos de produção, que já estão elevados por conta de insumos como fertilizantes e diesel, exigirá que os agricultores busquem alternativas para mitigar perdas. Os próximos meses devem observar uma reavaliação das estratégias de cultivo, com foco na otimização dos recursos disponíveis.
Resumo da notícia (Quick Insights)
- Protagonista(s): Produtores de milho e especialistas do setor agrícola
- Fato Central: Previsão de queda na produção de milho para a safra 2025/26 devido a incertezas climáticas
- Contexto/Local: Brasil, com foco em Mato Grosso
- Impacto Imediato: Preocupações sobre a produtividade e viabilidade econômica para os agricultores
- Status: Acompanhamento das condições climáticas e impactos da guerra no mercado
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