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    Victor e Leo: o luto que a família country não esperava enfrentar agora

    Hedmilton RodriguesBy Hedmilton Rodrigues29 de abril de 202606 Mins Read
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    Ronald Zapala Pimentel, pai dos cantores Victor e Leo Chaves, faleceu nesta terça-feira (28) em Uberlândia aos 75 anos.

    Victor e Leo perderam seu pai, Ronald Zapala Pimentel, nesta terça-feira (28) em Uberlândia, Minas Gerais. A notícia foi confirmada na quarta-feira (29) pelo próprio Leo em suas redes sociais, transformando um simples comunicado em um desabafo que tocaria o coração de milhares de fãs e seguidores. Ronald tinha 75 anos. A causa da morte não foi divulgada, mas o vazio que sua partida deixa é imenso — especialmente para dois filhos que construíram suas vidas e carreiras sobre os alicerces que o pai ajudou a estabelecer.

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    Quando um pai é muito mais que um pai: Ronald e seus filhos

    Ronald Zapala Pimentel não era apenas o pai de Victor e Leo — era o alicerce emocional, o mestre de ensinamentos que moldaram não só os homens que seus filhos se tornaram, mas também os artistas que o mundo conhece hoje. Na indústria da música, é comum que pais de artistas fiquem nos bastidores, invisíveis para o público, mas profundamente presentes na construção do sucesso de seus filhos.

    Ronald foi exatamente assim: presente, guia, aquele que ensinou seus filhos a serem fortes nas adversidades, a nunca desistirem mesmo quando o mercado de música parecia impossível, a manterem a humildade enquanto celebridade batia à porta. Mas ele era também — e talvez isso seja o mais importante — um homem que sabia ser pai de verdade. Nem sempre sério. Nem sempre o mestre. Às vezes, simplesmente um homem que fazia palhaçadas com seus filhos, que ria com eles, que criava memórias que iam muito além de ensinamentos sobre a profissão.

    As palavras de Leo: um adeus que diz tudo

    O comunicado de Leo Chaves nas redes sociais não foi frio, corporativo ou distante — foi genuíno, dolorido, e absolutamente humano. “Tá difícil te perder Pai, mas a gente aprendeu a ser forte, e você ensinou. A gente vai pescar numa próxima. Valeu por tudo que deixou, muito aprendizado. Suas palhaçadas ficam aqui no peito”, escreveu o cantor.

    Nessas poucas linhas está contido um universo inteiro: a dor crua do luto (“Tá difícil te perder”), a herança de força que Ronald deixou (“a gente aprendeu a ser forte”), a esperança de um reencontro (“A gente vai pescar numa próxima”), e talvez o mais tocante de tudo — a memória das palhaçadas, daqueles momentos simples de leveza e riso que fazem um pai ser mais do que uma figura de autoridade. São as palhaçadas que ficam no peito. Não os sermões. Não as lições formais. As palhaçadas.

    Essa é a marca de um pai que amou bem. De um homem que entendeu que ensinar também significa brincar, rir, viver intensamente ao lado de quem você ama.

    Victor e Leo: herdeiros de muito mais que um nome

    Victor e Leo (Foto: Divulgação)
    Victor e Leo (Foto: Divulgação)

    Victor e Leo Chaves construíram uma carreira respeitada no sertanejo. Mas qualquer pessoa próxima a eles sabe que seu maior sucesso não está em prêmios ou números de streams — está na forma como se comportam como homens, como artistas, como filhos e amigos. E muito disso vem de Ronald.

    Os dois fizeram da música uma profissão, mas fizeram da família uma religião. E isso, sabemos agora, era lição de casa passada por Ronald. Um pai que passou décadas ensinando a seus filhos que a jornada vale mais que o destino, que a companhia de quem amamos vale mais que qualquer troféu, que uma vida sem palhaçadas é uma vida menos vivida.

    Cowboy lembra os últimos momentos: “Foi uma alegria estar com ele”

    O ex-BBB Alberto Cowboy, sobrinho de Ronald, compartilhou um relato que tocou profundamente quem leu: ele estava com Ronald na terça-feira, no momento de sua morte. E em vez de focar apenas na tristeza, Cowboy escolheu celebrar aquele encontro como uma despedida não planejada, mas plena de significado.

    “Meu tio faleceu hoje, agora pela manhã e eu estava ao lado dele. Foi muito bom ter ido fazer essa visita. Foi uma despedida não programada, mas foi uma alegria muito grande estar com ele nos últimos momentos ali…”, escreveu Cowboy em seu Instagram.

    Essas palavras revelam algo profundo: que mesmo na morte, há graça. Mesmo no adeus, há alegria. Cowboy estava lá — um sobrinho que encontrou o tio nos últimos momentos, que teve a chance de dizer tudo que precisava dizer (ou talvez nenhuma palavra foi necessária), e que agora carrega essa memória como presente inestimável.

    O legado que Ronald deixa para além da família

    Ronald Zapala Pimentel deixa para trás não apenas seus filhos Victor e Leo e sua filha Paula Pimentel. Deixa também um legado que transborda para milhares de fãs que cresceram ouvindo a música dos Chaves, que viram nesses artistas a imagem de homens que respeitam seu povo, que não perderam humildade apesar da fama, que amam sua família acima de qualquer coisa.

    Deixa também lições implícitas: que é possível ser pai e deixar um filho leve o suficiente para voar, mas seguro o bastante para saber para onde voltar. Que palhaçadas são tão importantes quanto palestras. Que estar presente é mais valioso que dar presentes. Que a força que ensinamos aos nossos filhos será a mesma força que os ajudará a enfrentar nossos próprios adeus.

    O velório e a comunidade country em luto

    Victor e Leo (Foto: Divulgação)
    Victor e Leo (Foto: Divulgação)

    O velório de Ronald aconteceu na manhã de quarta-feira (29) no Cemitério e Crematório Parque dos Buritis, em Uberlândia. Não é apenas a família que está em luto — é toda a comunidade country que perdeu um homem que esteve nos bastidores, que ajudou a construir uma carreira respeitada, que foi símbolo de paternidade genuína em uma indústria que muitas vezes distorce valores.

    Fãs de Victor e Leo que cresceram acompanhando a trajetória dos cantores também carregam essa perda. Porque Ronald era a resposta visual para a pergunta “de onde vem tanta humildade?”. Era a explicação para o fato de dois artistas tão bem-sucedidos permanecerem ainda capazes de sentar em uma mesa, compartilhar uma cerveja, ou simplesmente pescar com o pai sem que isso fosse anunciado como “conteúdo de celebridade”.

    Quando um pai se torna memória, mas suas lições permanecem vivas

    A morte é definitiva, mas Ronald Zapala Pimentel não desaparece. Ele fica nas palhaçadas que Leo carrega no peito. Fica na força que ensinou a seus filhos. Fica na próxima pescaria que Victor e Leo farão — e que será diferente, mas que ainda será uma alegria porque foi alicerçada por um homem que sabia viver.

    Fica também nas escolhas que Victor e Leo farão daqui para frente, na forma como educam seus próprios filhos (se tiverem), na maneira como tratam as pessoas ao seu redor. Legados assim não cabem em certificados ou reconhecimentos — cabem apenas no peito, exatamente como Leo disse.

    Ronald Zapala Pimentel foi um homem que amou bem, ensinou bem, e deixou um rastro de Victor e Leo Chaves em um mundo que precisava desses dois homens decentes. Que sua memória seja consolação nos dias mais duros do luto, e que suas palhaçadas ecoem para sempre na vida de quem foi abençoado em conhecê-lo.

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    Hedmilton Rodrigues
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    Hedmilton Rodrigues é fundador e sócio do portal Movimento Country, jornalista e especialista em música sertaneja. Desde 1999, acompanha de perto o mercado musical brasileiro, cobrindo lançamentos, bastidores, artistas, negócios da música e as principais transformações do segmento sertanejo no Brasil. Com mais de duas décadas de experiência, assina conteúdos com análise, contexto e conhecimento de mercado, fortalecendo a credibilidade das notícias publicadas no portal. Essa versão tem 402 caracteres com espaços. Para o WordPress, eu usaria assim no campo Biografia do autor, porque reforça: Experiência: desde 1999. Autoridade: fundador, sócio e especialista. Confiança: análise, contexto e conhecimento de mercado. Relevância SEO: música sertaneja, mercado musical brasileiro, artistas, lançamentos e bastidores.

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